terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Chef Laura

Em um dia frio de inverno a Chef laura prepara também um manjar dos diabos para suas cachorras. Seguindo a longa tradição gastronômica-gororoboristica da família Gassen,
cujo lema principal é : O alimento é única e exclusivamente fonte de nutrientes para o corpo se manter em ordem por mais um dia. Símples e funcional. Nada de enfeites e sabores. Limitar-se à função do alimento, à essência! O resto é supérfluo!
Hmmm! dos deuses...
Para seduzir os clientes ela colocou um pouco de óleo de soja. O mais impressionante que até argila ela come se tem óleo de soja nela. O tempero-mágico! Um dia a Dalmata Perdita comeu tanta argila com óleo de soja, que uso em alguns dos processos de fazer cerâmica, que seu cocô era pura argila. Não conseguí controlar meu espirito de porc..., digo, de ceramista investigativo, e queimei o dito dejeto. Se transformou em uma cerâmica. Tem gente que coleciona coprólitos - cocôs fossilizados de dinossauro e pagam fortunas por eles. Eu geralmente uso estes de produção caseira para enojar pessoas de estômagos mais sensíveis que visitam o atelier. Se houver clamor popular, publico a foto do" Coprólito dalmatinense" no blog


A pretinha como sempre, mais elegante no comportamento que se espera de uma Lady canina



A Perdita perdida perdidamente em um dos seus profundos acessos de burrice.
A Laura está pescando-a usando como isca uma lagartixa de borracha.
Pasmem! Ela está convencidissima que é realmente uma lagartixa viva!





Depois de 15 minutos de infrutífera pescaria não tinha mais boca para tanta língua.
Reparem na Pretinha a lado, deitada, cansada só de olhar e pensando em seu latim canino:

"Quosque tandem abutere Perdita, patientia nostra?"

Livre adaptação do início de um dos discursos do cônsul Romano Cícero chamados de As Catilinárias, escritas no ano 62

6 comentários:

Mariângela disse...

ai que nojo..

Laura disse...

Tu esqueceu que também vai ração de cachorro e água no prato dos cachorros, e o prato tem nome, tá?? E o nome é Pratinho de comida de cachorro, água, óleo de soja, terra e argila. Sim, vai terra embaixo de tudo, é que daí a Perdita come como se fosse chocolate!

Silvia disse...

Coitadas das duas!

Marcos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcos disse...

Rui
A transmissão genética de certos caracteres frequentemente me espanta.
Te cuida Vatel!
Abraços

Elena sem H disse...

Hahahaha, obrigada por deixar minha manhã mais leve e divertida.
Língua de cachorro é mesmo uma coisa misteriosa em sua capacidade de estiramento e encolhimento.

Beijos